Processos já liberados e pagos .................................... 292
domingo, 22 de novembro de 2009
ABAIXO OS NOVOS NUMEROS ATÉ A DATA DE 18/11/2009
Contingente feminino ainda é pequeno
Em todo o estado, a Polícia Militar conta com 46 mil policiais, dos quais 3.727 mulheres. O número ainda é baixo, mas, segundo o capitão Gedir Rocha, a previsão é que aumente a participação das mulheres na PM nos próximos anos. ”Existe um decreto assinado em 2007 para aumentar esse número, isso vai acontecer gradativamente.”
O capitão conta que, antes da assinatura do decreto, a lei determinava que a quantidade de mulheres na Polícia Militar fosse de apenas 5% do total de homens na corporação. “A participação delas vem aumentando a cada ano. Em todos os concursos, as vagas são bastante disputadas”, disse.
Já no Corpo de Bombeiros, o número de mulheres é ainda menor. Em Uberlândia dos mais de 400 bombeiros, apenas 31 são do sexo feminino. O motivo, segundo a soldado Vanessa Lima, pode estar no número reduzido das vagas oferecidas para mulheres.
Segundo ela, no concurso em que prestou, em 2007, foram mais de 85 candidatas por vaga. “Os concursos estão cada vez mais competitivos, as mulheres têm procurado a carreira militar, mas o número de vagas ainda é restrito”, disse.
A procura pela Polícia Civil por mulheres, se comparado os dados de 2000 com os de 2009, cresceu mais de 300%. Antes eram apenas 3 delegadas, hoje já são 10. O número de agentes também subiu de 5 para 13 e de escrivãs, de 4 para 16. Já perita que não tinha nenhuma, hoje são 2. Ao todo, hoje, são 41 mulheres na PC contra 12 em 2000.
Uma das primeiras delegadas de Polícia Civil em Uberlândia Adriana Couto Ladeira, que está na cidade desde 1990, revela que esse interesse tem crescido a cada ano. “Muita mulher não se interessa por ser uma carreira difícil, onde tem de lidar com diversos tipos de assuntos e muitas vezes desagradáveis, mas o número tem crescido bastante.”
O preconceito por ser mulher e atuar como policial, segundo ela, aconteceu apenas no começo da carreira. “Há 17 anos a comunidade militar e civil não acreditavam muito na mulher como policial militar porque até então a visão era de uma polícia de força, e isso está mudando. Hoje é mais natural.”
Integrante da primeira turma de policiais militares mulheres em Uberlândia, a cabo Rosemary Aparecida Vicente dos Santos está há 22 anos no Batalhão e conta que muita coisa mudou. “A resistência era maior, hoje as pessoas nos respeitam mais.”
Apenas duas mulheres atuam como perito criminalístico em Uberlândia. Renata Ribeiro é uma delas e disse que nunca deixou de realizar uma tarefa ou sofreu preconceito por ser mulher. “Muitas vezes ouvimos piadinhas, mas sempre um sussurro nada explícito. A maioria tem receio em falar certos tipos de coisas.”
Trabalhar com muitos homens, segundo a soldado recém-formada do Corpo de Bombeiros Nayara Máximo Rodrigues, não é difícil. Nayara disse que há muito profissionalismo no local de trabalho. “Quando nós chegamos já havia outras mulheres aqui, então elas já quebraram esse tabu. Aqui dentro, homem e mulher não têm distinção, a mesma tarefa é feita por todos.”
Mesmo trabalhando em um ambiente predominantemente masculino, a soldado não deixa a vaidade de lado. De unhas pintadas e brincos nas orelhas, ela revela que a feminilidade não pode se perder. “Me lembro que estava de sentinela (na porta do quartel) e passaram algumas mulheres e começaram a falar coisas. Elas acham que todos são homens e isso mexe com o ego da gente.”
| Paulo Augusto |
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Nayara, Mara e Joyce fazem parte de um grupo restrito e de grande concorrência em concursos
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Salvar a vida de uma criança com apenas 3 anos de idade, vítima de um capotamento, segundo a soldado do Corpo de Bombeiros Vanessa Lima foi o que mais marcou a carreira de pouco mais de um ano. “A fratura no braço da criança era grave, me emocionei muito com ela, porque ela me chamava de ‘tia’ e conversava bastante. Depois fui ao hospital ver se ela estava bem.”
Trabalhar no trânsito uberlandense para a cabo da PM Rosemary Aparecida Vicente não foi uma tarefa fácil. Segundo ela, a maioria dos homens não respeitava as ordens e, não raras vezes, era necessário aumentar a voz. “Por muitas vezes tive de impor respeito, me lembro muito disso.”
Polícia faz greve de 24 horas na próxima terça
Eles exigem esclarecimentos sobre a reestruturação da Polícia Civil, do Plano de Cargos, Carreiras e Salários, equiparação salarial com os cargos de nível superior do estado e a regulamentação do prazo de aposentadoria. Serão mantidos apenas os serviços de registros de boletim de ocorrência e de lavratura de autos de prisão em flagrante.
Secretário de Segurança Pública quer armas melhores para a polícia
Deputados vão debater venda de seguro automotivo por associações
Rua Rodrigues Caldas,30 :: Bairro Santo Agostinho :: CEP 30190 921 :: Belo Horizonte :: MG :: Brasil :: Telefone (31) 2108 7715
Mutirões carcerários concederam liberdade a 17 mil
Soldado PM ganha mais que o capitão do Ceará
BRASÍLIA
O soldado PM de Brasília ganha mais que o capitão do Ceará", reclamou, informando que um soldado em Brasília recebe R$ 4.129, já um capitão no Estado do Ceará ganha apenas R$ 3. 844.
Os deputados querem a melhoria para os policiais militares, mas advertem para a situação financeira do Estado
O deputado Augustinho Moreira (PV) afirmou, na última quinta-feira, em pronunciamento na Assembleia Legislativa, ser a favor da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) número 300, que determina equiparar os salários de todos os policiais e bombeiros militares do País com os atuais vencimentos recebidos pelos PMs do Distrito Federal (DF).
Porém o parlamentar deixou claro que se a aplicação dos efeitos da PEC 300 não tiver o respaldo financeiro da União, para subsidiar a diferença salarial entre os esses policiais militares, o Estado do Ceará não vai ter capacidade financeira para pagar seus policiais a remuneração definida pela proposta de alteração da Constituição brasileira atualmente em discussão.
"Da maneira como está sendo proposto tem que ter ajuda da União", afirma o parlamentar. Contudo Augustinho acha válido a aprovação da Proposta já que admite a necessidade do salário dos PMs ser realmente melhorado, posto que hoje é insuficiente para a manutenção das suas respectivas famílias e incompatível com função que esses policiais exercem.
Para o deputado, há esforço, dedicação e entusiasmo por parte dos policiais em querer dar segurança à sociedade e só o fato de correrem risco na profissão, já é um motivo para que tenham salário à altura da função e do risco que desempenham no dia a dia.
Segundo Augustinho, a aprovação da PEC 300 traria um incentivo e melhoraria a autoestima dos policiais e das suas famílias, pois haveria melhoria salarial, mas reitera que deve haver mudanças na Proposta. "Espero que a PEC 300 seja aprovada com responsabilidade, não impondo aos Estados todo esse ônus financeiro, mas que se divida com a União e que se contemple os policiais, afinal de contas, eles merecem, dado a profissão que é de risco", defendeu o parlamentar.
Bem remunerado
De acordo com o deputado Heitor Férrer (PDT), a proposta de igualar o salário dos policias militares do País com os atuais vencimentos recebidos pelos PMs do Distrito Federal, é porque é onde o policial é mais bem remunerado.
Já o salário que é pago aos PMs do Ceará, afirma Férrer, fica muito aquém do desejado. "É inaceitável o salário que está se pagando ao policial militar do Estado. Está se pagando pessimamente mal. O soldado de Brasília ganha mais que o capitão do Ceará", reclamou, informando que um soldado em Brasília recebe R$ 4.129, já um capitão no Estado do Ceará ganha apenas R$ 3. 844.
Férrer aponta que são os baixos salários pagos aos nossos policiais que fazem com que eles busquem os "bicos" para poderem complementar seus salários. "O soldado só busca o bico na intenção de complementar seu salário porque está muito defasado", disse, ressaltando que faz parte da segurança o policial bem remunerado.
Diário do Nordeste
DELEGADOS.tv
Portal Nacional dos Delegados
Violência cresce em 11 Estados com PF na segurança
Polícia Civil do Piauí tem déficit de 1500 homens, diz Sindicato
Oficiais da PM fazem cursos na Colômbia para enfrentar ações de guerrilha dos bandidos
- Temos que estar preparados. A Colômbia é um país próximo da gente, tanto em distância, como nas semelhanças na área de segurança. Lá, por exemplo, houve uma disseminação de minas improvisadas. Não é difícil que isso migre para cá - Alerta, o atual subcomandante, major René Alonso, de 42 anos.
Acostumados a usar mão de obra de ex-militares, bandidos passaram a adotar armadilhas ensinadas pelos manuais das Forças Armadas. A nova tática usada pelo tráfico para evitar a entrada dos 19 blindados da polícia é abrir enormes fossos nos principais acessos das favelas. Para dificultar a concretagem dos buraco, os criminosos estão jogando óleo nas crateras. Uma das preocupações da polícia é a possibilidade dos bandidos passarem a colocar explosivos nesses locais. O comandante do 1 Comando de Policiamento de Área, coronel Marcus Jardim Gonçalves, já anunciou que vai cobrir as crateras:
- Vamos continuar a enxugar gelo. Não é porque houve a queda de um dos nossos helicópteros (fato ocorrido em 17 de outubro no Morro dos Macacos, em Vila Isabel) que vamos recuar. A tropa é obstinada para vencer esses riscos nas favelas - diz.
Marcus Jardim lembra ainda que traficantes têm lançado coquetéis molotov contra os caveirões, além de bombas de tinta, para atrapalhar a visão dos policiais dentro dos veículos.
- Wellington A. Oliveira - Colaborador
sábado, 21 de novembro de 2009
Dois policiais feridos em acidente na Cristiano Machado permanecem internados
As vítimas seguiam para a Academia de Polícia quando foram atingidas por um Doblò que trafegava em alta velocidade. Com o impacto, os policiais caíram no chão.
Outros dois policiais também ficaram feridos em um acidente registrado na mesma avenida. Eles estavam em uma viatura atendendo a uma ocorrência de acidente entre dois carros quando um Astra bateu na traseira da viatura. As vítimas foram levadas para o Hospital João XXIII, mas já receberam alta.
Soldado da PM morre em acidente na BR-262
Soldado da PM morre em acidente na BR-262
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Operários do Centro Administrativo fecham a MG-10 em protesto
Homens que trabalham nas obras do futuro Centro Administrativo Estadual promoveram uma manifestação na MG-10, na entrada do bairro São Benedito, sentido Belo Horizonte, na manhã desta sexta-feira (20). Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), os manifestantes se deitaram na rodovia e duas pistas no sentido Belo Horizonte ficaram interditadas por alguns minutos.
Os funcionários afirmam que passaram mal nessa quinta-feira depois que comeram a comida servida aos trabalhadores.
O local fica na divisa dos municípios de Belo Horizonte, Vespasiano e Santa Luzia, às margens da MG-010, um dos trechos da Linha Verde. Com área total de 804 mil metros quadrados e investimentos da ordem de R$948 milhões, a da Cidade Administrativa está sendo erguida na antiga sede do Hipódromo Serra Verde, que pertencia ao Jóquei Clube de Minas Gerais, localizado na região Norte de Belo Horizonte.
- Wellington A. Oliveira - Colaborador
Novo comandante do 15º BPM critica blogueiros e twitteiros
Críticas
Novo comandante do 15º BPM critica blogueiros e twitteiros
Críticas disparadas em direção a blogueiros e twitteiros marcaram o discurso de posse do tenente-coronel Sérgio Luiz Mendes Afonso (ao lado, em foto de Cléber Júnior), que assumiu nesta quinta-feira o 15º Batalhão de Polícia Militar, em Caxias, no lugar do tenente-coronel Roberto Alves de Lima, exonerado do comando no último dia 13 de novembro. O novo comandante, que liderava o 1º BPM, no Estácio, caracterizou como "covarde" a atitude de pessoas que criticam a corporação sem se identificar:
- Não vamos nos deixar levar por esses covardes que tentam macular a nossa imagem. Eles ficam atrás de blogs ou Twitters, mas, se fossem corajosos, falariam em público e não por meio de denúncias apócrifas. Não deixeis cair em tentação. Não deixeis vos levar por aqueles que não mereciam estar aqui - criticou Mendes.
O tenente-coronel Roberto Alves de Lima foi transferido para a Direção Geral de Pessoal, a DGP. Sua relação com a cúpula da Secretaria de Segurança foi prejudicada por sua participação em movimentos de reinvidicação por melhores condições de trabalho. Em agosto, ele balançou no cargo, após comparecer a uma passeata por aumento de salário, na orla de Ipanema. O tenente-coronel comentou esses episódios:
- Em 2008, participei de movimentos de reivindicação salarial porque acredito que, nas leis, temos que fazer valer nossos direitos. Somos profissionais de segurança pública. Ninguém sai de casa para vir para cá brincar de ser policial. Fazemos um profícuo trabalho pela sofrida sociedade de Duque de Caxias - defendeu.
- Wellington A. Oliveira - Colaborador
Deputados querem normas de conduta para PM em campanhas salariais
Deputado comemora formatura do CEFS regionalizado
Agente penitenciário é preso por facilitar entrada de celulares em cadeia
O agente foi preso em razão do cumprimento de um mandado de prisão e busca expedido pela Primeira Vara Criminal de Juiz de Fora. Em sua casa foram encontrados diversos aparelhos celulares e chips, além de documentos falsos. De acordo com a PF, ele seria dono de três CPFs e duas outras identidades.
(Com informações de Otavio Oliveira/Portal Uai)
Governo não cumpre prazo e PC MG ameaça grece por tempo INDETERMINADO
Olá, Companheiros (as)!
A reunião que deveria acontecer até hoje (19/11), prazo máximo estabelecido pelo próprio Governo, foi agendada somente para o próximo dia 23/11(segunda-feira) às 15h30min. na SEPLAG.
Lembramos a todos que a Assembléia Geral da categoria está confirmada para o dia 26/11 (quinta-feira) às 11h00min em frente ao Palácio da Liberdade, conforme Edital publicado dia 19/11 no jornal Hoje Em Dia, Caderno Minas, Página 26, onde daremos conhecimento da contraproposta apresentada pelo governo (se houver uma proposta, pois quem não cumpre com a palavra não merece crédito) e deliberação de uma greve por tempo indeterminado.
Unidos seremos sempre mais fortes do que somados!
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Policiais americanos participam de Conferência Nacional do PROERD, promovida pela PM
Segue até o próximo dia 28, a “Conferência Nacional do PROERD – Programa Educacional de Resistência às Drogas”, promovida pela Polícia Militar de Minas Gerais, no Hotel Tauá, em Caeté. Participam, além de policiais militares instrutores da Corporação mineira, representantes das Polícias Militares do Distrito Federal, de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Norte e de Rondônia, e dois policiais do Estado da Virgínia (EUA), Gene Ayes e Michael Kulman. Os visitantes são coordenadores do DARE – Drug Abuse Resisten Education, similar norte-americano do programa brasileira, para as Américas, África e Europa.
Dividida em dois momentos, a primeira fase da Conferência Nacional do Proerd foi iniciada no dia 15 de novembro e segue até o dia 21; a segunda começa no próximo domingo, 22, e termina no sábado seguinte, dia 28. Os participantes, inicialmente, são capacitados para atuar no Proerd para Ensino Médio, sistema até então inédito no País. O próximo passo será o treinamento dos policiais militares no Currículo Educacional para Pais e no Currículo Educação Infantil.
ALINHAMENTO Conforme o Coordenador do Proerd em Minas, Tenente-Coronel Armando Leonardo, será realizado, também durante a Conferência Nacional, o Encontro Nacional dos Coordenadores Proerds dos 26 Estados, mais o DF, para tratar do alinhamento do Programa no País, e o I Encontro Nacional de Pedagogos. Está prevista a participação de aproximadamente 350 PMs de Minas e 150 das demais forças de segurança, e representantes da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas. Todas as ações desenvolvidas na Conferência são viabilizadas pelo Governo do Estado.
Paralelamente, segundo o responsável pela Coordenação de Operações e de Treinamento Proerd, Capitão Hudson Ferraz, será feita coleta de sangue de aproximadamente 120 PMs, enquanto outros cerca de 100 policiais doarão mantimentos que para creches da Região Metropolitana de Belo Horizonte. “É uma demonstração de que participantes de encontros, simpósios e seminários podem incluir ações humanitárias em suas atividades”, observa o Oficial.
O Capitão destaca que “esta é a primeira oportunidade que policiais brasileiros têm para manter um intercâmbio com uma equipe, composta por policiais norte-americanos de alta qualidade”. Ele destaca que encontros como a Conferência ora realizada fortalece e aprimora o conhecimento dos policiais militares instrutores do Proerd.
VISITANTES
Visivelmente entusiasmado com a participação dos policiais brasileiros no Proerd, o facilitador norte-americano do Proerd, Gene Gene Ayes, disse que os mineiros “são fora-de-série, dedicados, cheios de energia, extrovertidos e extraordinários”. Para ele, o trabalho desenvolvido em Minas tem o mesmo padrão do realizado nos Estados Unidos. A diferença, de acordo com Gene, é que “aqui, há um nível de compromisso que eu nunca vi em outros locais.”
Igualmente impressionado, seu colega, Michael Kulman, fez questão de destacar que Minas Gerais é o Estado líder dos Proerds, com diversos centros de treinamento. Indagado se ele não teme que o Programa perca força no Brasil, ele ressaltou que Minas é o grande exemplo.
“Eu espero que as PMs continuem a se esforçar para que programas voltadas para solidificação da cidadania, afastando os jovens das drogas e da criminalidade, se multipliquem neste País”. Mais adiante, ao responder se voltaria ao País, o policial disse que, se for convidado, o fará com muito prazer, sempre para tratar de coisas relacionadas ao Proerd.
COMANDANTE-GERAL No dia 24 de novembro (terça-feira), o Comandante-Geral da PMMG, Coronel Renato Vieira de Souza, e o Superintendente de Ensino e Qualidade de Defesa Social, José Francisco, acompanhados de autoridades governamentais e convidados, farão a solenidade oficial da Conferência Nacional, reafirmando o compromisso de que o Proerd é uma mais importantes atividades da PM junto a crianças, adolescentes e pais.
A Conferência Nacional do Proerd foi promovida pela PMMG, com recursos da Secretaria Estadual de Defesa Social – Seds, por intermédio da Superintendência de Avaliação e Qualidade, e viabilizada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública – Senasp.
GOVERNO ADIA REUNIÃO COM REPRESENTANTES DA POLÍCIA CIVIL PARA APRESENTAR PROPOSTA ÀS SUAS REIVINDICAÇÕES
Olá, Companheiros (as)!
A reunião que deveria acontecer até hoje (19/11), prazo máximo estabelecido pelo próprio Governo, foi agendada somente para o próximo dia 23/11(segunda-feira) às 15h30min. na SEPLAG.
Lembramos a todos que a Assembléia Geral da categoria está confirmada para o dia 26/11 (quinta-feira) às 11h00min em frente ao Palácio da Liberdade, conforme Edital publicado dia 19/11 no jornal Hoje Em Dia, Caderno Minas, Página 26, onde daremos conhecimento da contraproposta apresentada pelo governo (se houver uma proposta, pois quem não cumpre com a palavra não merece crédito) e deliberação de uma greve por tempo indeterminado.
Unidos seremos sempre mais fortes do que somados!
Indexados aos salários dos policiais de Brasília
Proposta que unifica os vencimentos de PMs e Bombeiros de todo o País sofre reviravolta e atrela os soldos aos do Distrito Federal

Em dezembro, 14 mil policiais e bombeiros do DF serão promovidos e receberão R$ 500. O total representa 80% de toda a categoria, entre ativos, inativos e pensionistas.
Com o novo Plano de Cargos e Salários (PCS) aprovado recentemente em Brasília, acredita-se que, do quadro atual, todos os soldados de lá terão sido promovidos a cabo.
A tabela publicada acima mostra as disparidades salariais entre os servidores do Distrito Federal e do Rio de Janeiro, já com o reajuste de 5% aprovado pelo governo do Rio, a partir de 1º de outubro.
Os debates pegaram fogo....quem quiser ouvir o que foi dito na comissao da pec 300, é só acessar o link
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
PROMORAR - ATUALIZAÇÃO 11 DE NOVEMBRO 2009
[17-11-09] - NOTÍCIAS ATUALIZADAS
Dados até 11/11/2009
*processos já liberados e pagos ...................................... 243
*processos já com os proponentes para registro em cartório .... 177
*processos no BDMG para conferência ....................................113
Fonte - AOPMBM MG
Mais uma mulher no comando
Mais uma mulher no comando
18/11/2009PLC 53/09 volta à pauta do plenário na próxima terça-feria (24/11)
| PLC 53/09 volta à pauta do plenário na próxima terça-feria (24/11) |
| Escrito por Adriana Duarte |
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O Projeto de Lei Complementar 53/09,
que trata do Estatudo dos Militares, não foi votado nesta quarta-feira
(18/11), em primeiro turno, no plenário da Assembleia Legislativa de
Minas Gerais, apesar de estar na pauta. Durante a manhã os deputados
encerraram a fase de discussão e a matéria retorna à pauta da próxima
terça-feira (24/11).
O presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra - PM/BM), subtenente Luiz Gonzaga Ribeiro, durante a manhã desta quarta-feira conversou com vários deputados da bancada de oposição e com os representantes do governo. Segundo ele, não há qualquer questionamento em relação ao projeto. Desta forma, continua, assim que for colocado em votação, o relatório do deputado Lafayette Andrada deverá ser aprovado. "É importante que os militares compareçam à ALMG, acompanhem a votação, para que possamos conquistar a aprovação do PLC 53." |
PEC 300
PEC 300 recebe moção de apoio da Assembléia Legislativa do PI
Flávio Dino defende reajuste para aposentados e pensionistas
Militares pedem apoio ao senador Fernando Collor
Comissão aprova a PEC 300. Hoje será definido o salário
Deputados querem discutir propostas da Conferência de Segurança
Rua Rodrigues Caldas,30 :: Bairro Santo Agostinho :: CEP 30190 921 :: Belo Horizonte :: MG :: Brasil :: Telefone (31) 2108 7715
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Daniela Almeida
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Estudo divulgado ontem pela organização não governamental Transparência Internacional aponta que o Brasil ocupa a 75ª posição num ranking sobre a percepção de corrupção em 180 países. A boa notícia é que o país subiu cinco posições em relação à lista anterior. A má é que a nota conferida (que varia de 0 a 10) foi de 3,75 – o que indica um problema grave, segundo a entidade. O resultado não surpreende, já que outro levantamento, este da ONG Transparência Brasil, aponta que 68 matérias com o objetivo de combater a corrupção tramitavam no Congresso só no ano passado sem nenhuma previsão de votação até o momento.
Entre as principais iniciativas contra os corruptos está o projeto de lei complementar (PLC) 518/09, popularmente conhecido como Ficha Limpa. A matéria prevê que cidadãos comuns condenados em primeira instância e políticos cumprindo mandato que tenham denúncia formalizada pelo Ministério Público (MP) acatada por qualquer tribunal ficam de fora da disputa nas urnas. Caso consiga ser aprovado no Congresso, o projeto impediria que praticamente 30% dos agentes políticos no país tentem um novo cargo público. Apenas na Câmara dos Deputados, onde tramita o PLC, 41% dos parlamentares têm a ficha suja. Com isso, o projeto encontra dificuldade de entrar em votação e continua sem relator na Casa. A principal razão, segundo deputados entrevistados pelo Estado de Minas, seria a falta de vontade política das líderes na Câmara.
Na mesma linha do PLC 518/09, o Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 130/07 tenta acabar com o foro privilegiado para políticos na Justiça e coloca desde o presidente da República até o prefeito do menor município brasileiro nas mesmas condições jurídicas que um cidadão comum. Curiosamente, a mesma PEC que visa a barrar políticos corruptos estaria sendo usada como ferramenta por parlamentares envolvidos com o processo do mensalão, os quais agora pressionam pela aprovação da matéria. O objetivo é ganhar mais tempo no julgamento de seus processos, ter a possibilidade de obter mais recursos ou mesmo conseguir a prescrição das ações.
Junte-se às matérias em tramitação outros problemas como a crise institucional no Senado ou as tentativas federais de coibir órgãos de fiscalização como o MP ou o Tribunal de Contas da União (TCU), a posição conferida no ranking ao Brasil parece ser mesmo o retrato do quadro político nacional. As notas atribuídas pela Transparência Internacional, aliás, vão de 0 (países vistos como muito corruptos) a 10 (nações consideradas pouco corruptas) e são embasadas nas análises de especialistas e líderes empresariais de pelo menos dez instituições, entre elas Banco Mundial, Economist Intelligence Unit e Fórum Econômico Mundial.
ONG brasileira contesta estudo
Para Cláudio Abramo, diretor-executivo da ONG Transparência Brasil, o estudo produzido pela organização Transparência Internacional não tem fundamento. “Qualquer discussão a respeito desse ranking é vazia porque ele não significa nada. Quando você tem um indicador, existem argumentos de plausabilidade que o justifiquem. Se você procurar o documento metodológico desse levantamento, não encontra nenhuma justificativa. Ou seja, não há critério racional por traz do ranking. Ele é meramente opinativo”, contesta. As considerações dos entrevistados, segundo Abramo, podem inclusive ter sido infladas por questões internacionais, como a conquista pelo Brasil de eventos esportivos de relevância, como a Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016.
Na opinião do doutor em Ciência Política e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-MG) Malco Camargos, toda pesquisa comparativa gera informações menos apuradas e detalhadas, mas, ainda assim, o indicador deve ser levado em conta. Para Camargos, alguns mecanismos de combate à corrupção têm sido criados recentemente no país. Investimentos em tecnologia e a renovação nos quadros de funcionários em órgãos como o Ministério Público e os tribunais de contas geraram ao mesmo tempo uma certa transparência de informações e uma maior liberdade para promover a punição. “Esses fatores dão maior autonomia para que as instituições possam trabalhar de maneira independente, o que traz mais constrangimentos para os entes políticos ao cair em uma prática corrupta. Não tem jeito a não ser fiscalizar, porque a corrupção é inerente à natureza humana.”
A medida foi defendida pela delegação brasileira, liderada pelo ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage. Segundo o ministro, a aprovação do mecanismo é uma iniciativa de grande importância para garantir a efetividade da Convenção da ONU, pois sem ele não é possível mensurar o progresso que os países estão fazendo, nem as dificuldades que enfrentam para implantar as medidas previstas no acordo. Hage criticou ainda as chamadas pesquisas de percepção, estudos com o mesmo perfil do levantamento divulgado ontem pela ONG Transparência Internacional, ao dizer que “não servem para isso as conhecidas pesquisas de percepção, que não medem efetivamente os avanços dos governos”.
De acordo com o mecanismo, todos os países em que a Convenção da ONU vigorar serão avaliados a partir de agora segundo os critérios estabelecidos. A revisão será feita em dois ciclos, cada um com duração de cinco anos e o processo consistirá na avaliação das nações por outros dois países, sendo um deles da mesma região geográfica daquele avaliado e, se possível, com sistema jurídico similar. A escolha dos países avaliadores será feita por sorteio.
Avaliação A cada ano, um quarto dos signatários deverão ser avaliados, mas cada país poderá postergar em um ano a data de sua avaliação, desde que apresente uma justificativa. O processo de revisão será supervisionado pelo Grupo de Revisão da Implementação, com o objetivo de identificar desafios e boas práticas, assim como considerar as necessidades de assistência técnica que apresentem, de maneira que a convenção possa ser efetivamente implementada.
Apesar de a delegação brasileira ter defendido a adoção de um mecanismo mais abrangente, em especial em relação à transparência dos resultados e à participação da sociedade civil, o instrumento aprovado remete muitas dessas questões ao consentimento do país em avaliação. Discordâncias à parte, Hage manteve a posição defendida durante a conferência. O ministro prometeu que o país vai “permitir o amplo acesso às informações sobre sua avaliação, com a publicação de seus relatórios finais, bem como a participação da sociedade civil no seu processo de revisão da implementação”. (DA)









